R$ 0,01 PODE DEIXAR MUITA GENTE DE BOLSO CHEIO!!!
Você é um (a) gastador (a)? Seu dinheiro é suficiente para cobrir todas as suas despesas? Se não, veja onde está uma das causas de seu problema:
Quem é que nunca deixou para lá o troco de R$ 0,01 a R$ 0,02? É comum encontrar pessoas, principalmente no Brasil, que vão em diversos lugares e deixam para lá esse "troquinho", aparentemente irrisório, porque acha que não faz falta. Pode ser que para você não, mas é o que mais movimenta a economia deste país.
Pessoas vão diariamente ao supermercado, bancos, lojas e em muitos outros lugares, e geralmente encontram produtos e serviços que custam um valor sempre terminado com o algarismo 9, por exemplo: R$ 0,99, R$ 1,99, R$ 19,99, e por aí vai. Além de o consumidor sentir vergonha em pedir esse centavo tem também a má vontade e/ou falta de interesse dos comerciantes em geral e bancos, em conceder o troco deste R$ 0,01, que pode não fazer diferença para você consumidor, mas certamente é o diferencial na economia destes.
Quando o consumidor lembra de pedir nota fiscal por produtos/serviços comprados/prestados, o valor declarado sempre é o valor do produto, e não o valor que realmente se paga por tais coisas. Imagine um grande supermercado, no qual 300 clientes fazem suas compras (o valor exato não importa, somente que o valor de mercadorias termina com o algarismo 9) e pagam em dinheiro. Neste dia, o supermercado teve lucro não tributado de R$ 3,00 (três reais) com base neste exemplo. Agora, imagine isso se repetindo durante 30 dias: R$ 90,00 (noventa reais). E, se isso ocorrer em vários mercados de uma mesma rede, então?
É claro que, o lucro destas empresas poderiam ser maiores, se não fosse o fato de um grande número de clientes pagarem suas dívidas com cartões de crédito e débito ou usarem cheque.
E, se o cliente ainda não se deu conta de que R$ 0,01 pode fazer diferença, basta somar todas as despesas dentro de um mês, e calcular quantos centavos foram deixados, e calcular quantos centavos são perdidos em um ano, por você e por cada membro da mesma família.
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Escrito por Diego Francisco às 21h52